Bem Vindo(a) ao Blog

Hi, eu sou Mayu sou uma caçadora de conspirações e conspiradores. Comecei a pesquisar sobre conspirações depois que eu vi o video do homem na Lua (eu achei ele bizarro) e depois de muita busca achei o livro Conspirações escrito por um tal de Edson Aran. Sou brasileira mas moro atualmete no Japão.
Para começar a ler este blog eu tenho um conselho tem um Gadget ao lado chamado "Conteudo", lá vai ter os assunto em ordem.
Qualquer dúvida, conselho ou opinião você tem os comentario ou enviar um e-mail para mayuhatsune@gmail.com

Espero que aproveitem o blog
Beijos
Hatsune Mayu Chan

sábado, 7 de janeiro de 2012

OPERAÇÃO BABALON

            Ritual de magia negra realizado no deserto de Mojave, Estados Unidos, pelo cientista e ocultista JOHN WHITESIDE PARSONS, com a ajuda do escritor L. Ron Hubbard e sob a inspiração indireta de ALEISTER CROWLEY, a Besta do Apocalipse. Os trabalhos começaram em 1946 e terminaram possivelmente em 1941, um ano cabalístico no mundo das bizarrices em geral. Ninguém sabe exatamente o que Parsons e Hubbard pretendiam. Parece que queriam produzir uma “criança mágica”, o messias que reinaria no Aeon de Horus profetizado por Crowley no livro Liber AI. Para isso, era preciso abrir um portal dimensional e fazer com que a deusa Babalon entrasse na nossa realidade para copular com Parsons. Embora tudo isso pareça roteiro de filme trash, Aleister Crowley ficou assustadissimo quando soube da história e desautorizou a realização do ritual. Mas Parsom e Hubbard, muito teimosos, desobedeceram a Besta.
           Em suas memórias, Parsons afirma que Babalon - a Mãe das Abominações, também conhecida como Ishtar, Lilith e Kali Yuga - encarnou em Marjorie Cameron, com quem ele havia se casado em outubro de 1946. Alguns conspirólogos, no entanto, suspeitam que a operação não tenha terminado tão bem assim. Para eles, Parsons e Hubbard abriram o tal portal, mas não conseguiram (ou não quiseram) fechá-lo. Como as aparições de discos voadores são contemporâneas da Operação Babalon, chegou-se à brilhante conclusão de que os alienígenas GREYS entraram no nosso mundo pela tal fenda dimensional. Também é possível que os alienígenas mantivessem agentes na Terra para influenciar secretamente Crowley e Parsons a criarem o portal.
           Outra corrente de conspirólogos acredita que Parsons tenha iniciado, propositalmente ou não, o Apocalipse. Segundo Aleister Crowley, o Aeon de Horus, também conhecido como Nova Era ou NOVA ORDEM MUNDIAL, encerraria o reinado dos deuses escravos (Osíris, Maomé, Jesus) para começar uma época de força e prazer. É por isso que o novo messias previsto por ele também é conhecido como Anticristo.
 
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 Hatsune Mayu Chan

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

11 DE SETEMBRO DE 2001

            Existem várias teorias conspiratórias envolvendo os múltiplos atentados terroristas nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. Segundo a deputada americana Cynthia McKinney, do Partido Democrata, o presidente George W. Bush sabia antecipadamente dos ataques. Sabia e não fez nada. McKinney diz que a administração Bush precisava lançar os Estados Unidos numa nova guerra para beneficiar um certo Carlyle Group, firma de investimento baseada em Washington. George Bush pai, é um dos conselheiros da empresa, que também conta com vários ex-militares linha dura na mesa diretiva.
            O Carlyle Group teria investido muita grana na indústria bélica, e uma nova guerra era tudo que eles precisavam para turbinar os lucros. Representantes do Carlyle Group reagiram com bom humor às acusações da deputada: "Ela disse isso em ROSWELL, Novo México?", perguntou o assessor de imprensa Chris Ullman em abril de 2002, quando a denúncia foi feita.
            O tom irônico não inibiu o surgimento de várias outras teorias conspiratórias. Uma delas, divulgada pela internet, afirma que o Pentágono não foi atingido por um Boeing 757, mas sim por um carro-bomba (veja PENTÁGONO: 11 DE SETEMBRO). O autor francês THIERRY MEYSSAN foi ainda mais longe no livro L'Effroyable Imposture (Editions Carnot, 2002). Ele diz que os aviões que se chocaram contra o World Trade Center eram pilotados por controle remoto e que o Pentágono foi, na realidade, atingido por um míssil americano. Outra teoria popular é que o vôo 93 da United Airlines, oficialmente derrubado pelos próprios passageiros na Pensilvânia, foi, na verdade, abatido por caças americanos.
 
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 Hatsune Mayu Chan

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

OM

            OM ou Operação Mindfuck é, em tese, um projeto mundial para foder com a mente humana. O “projeto” é atribuído à Sociedade Discordialista que, no entanto, não tem sede, líderes nem associados. Qualquer um (seu vizinho, seu chefe, sua mulher) pode ser um agente secreto da OM, já que nem esses próprios semeadores do caos conhecem seus parceiros. “Nós, discordialistas, temos de nos manter separados” é o lema atribuído à anti organização. Os projetos da OM variam do trivial ao colossal. Alguns são relativamente públicos, como o Projeto Grafitto, que propõe a propagação de slogans subversivos ou absurdos.
Veja alguns:

“Nada é verdadeiro e tudo é permitido”
“Cigarro contém vitamina C”
“O capitalismo é um vegetal”
“Cuidado com os idos de março”
“Papel higiênico é uma conspiração governamental. Use as mãos”
“Teoria do caos é sdugoi hoighioghtd eijraksd”

            Mas a maioria das ações da organização são secretas e anônimas. Há quem suspeite que a Operação Mindfuck esteja por trás de movimentos artísticos de vanguarda (dadá, surrealismo, popart), fenômenos supostamente inexplicáveis (Círculos no Trigo, discos voadores) e grupos de ação política radical (Frente de Libertação dos Anões de Jardim), além de ter inventado todas as teorias conspiratórias que existem.


            Alguns conspirólogos afirmam que a verdadeira missão da OM é impedir que a ILLUMINATI controle a humanidade. Outros dizem que a OM não passa de uma piada. E tem até aqueles que acreditam que a OM se passa por uma piada para confundir os adversários.
 
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 Hatsune Mayu Chan

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

OLIVER STONE

            Uma coisa que ninguém entende: se John Kennedy foi vítima de uma megaconspiração que envolve a KGB, a Máfia, a CIA, Fidel Castro, anticastristas, a ILLUMINATI, a MAÇONARIA, Richard Nixon e o complexo industrial militar, porque esses vilões permitiram ser desmascarados no filme JFK - A pergunta que não quer calar (1991), dirigido por Oliver Stone?
Bem, quem acredita no pacto super secreto entre militares americanos e os nojentos aliens GREYS não tem dúvidas: Kennedy não foi assassinado pela megaconspiração que envolve a KGB, a Máfia, a CIA, etc., mas sim pelo MAJESTIC 12. O presidente teria descoberto que a organização traíra a humanidade e resolveu combatê-la. Foi o fim dele.
            A principio, o MJ 12 usou LEE HARVEY OSWALD como bode expiatório, mas a tese do maluco solitário não colou. Então a organização criou a segunda cortina de fumaça (essa que envolve a KGB, a Máfia, a CIA, etc.), muito mais intrincada e, portanto, muito mais acreditável.
            Outro dado intrigante: o promotor Jim Garrison (vivido no filme de Stone por Kevin Costner) escreveu uma série de livros em que revela a suposta conspiração da KGB, da Máfia, da CIA, etc. E nada aconteceu com ele, embora muitos outros envolvidos na trama tenham morrido de maneira suspeita (veja MORTOS POR KENNEDY). Talvez Garrison seja apenas um inocente útil que não precisa ser incomodado. Ou talvez ele também esteja envolvido na conspiração - não a falsa, que ele denuncia; a outra.
            A mesma suspeita recai sobre Oliver Stone, ele é um dos diretores mais ousados e talentosos do cinema atual, tem notória identificação com a esquerda e já denunciou o intervencionismo americano (Salvador - O Martírio de um Povo, 1986), a ganância capitalista (Wall Street, 1987) e a relação tênue entre a mídia e a sociopatia (Assassinos por Natureza, 1994). Um currículo desses seria o disfarce perfeito para um agente do MJ 12, não?
 
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 Hatsune Mayu Chan

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ODESSA

            Em 1943, Martin Borman, braço direito de Hitler, percebeu que a Alemanha perderia a guerra e que os nazistas seriam tratados como os cães sarnentos que eles de fato eram. Para escapar deste destino pior que a morte, Borman criou a Odessa, uma operação secreta para manter o Terceiro Reich vivo.
A Odessa tinha três objetivos:

1. Salvar o vasto esquema de espionagem montado pela Alemanha nazista na Europa. Essa parte do plano ficou com o espião Reinhard Gehlen e foi extremamente bem executada. A rede nazista, rebatizada como Org, foi incorporada pela agência americana OSS que, pouco depois, mudou seu nome para CIA. Veja NAZISTAS NA CIA.

2. Salvar líderes nazistas proeminentes, providenciando documentos falsos, rotas de fuga e asilo político em vários países da América Latina, Oriente Médio e Indonésia. Esta parte ficou sob o comando de Otto Skorzeny e também foi extremamente bem-sucedida. Há quem afirme que cinco mil nazistas escaparam da Alemanha com apoio da Odessa. Joseph Mengele, por exemplo, quase virou cidadão brasileiro. Veja BADAN PALHARES.


3. Salvar o dinheiro do Reich, investindo em empresas legais em várias partes do mundo - comandadas por nazistas, é claro. Esta última parte do plano também ficou sob o comando de Otto Skorzeny, auxiliado pelo sogro, Hjalmar Schacht (presidente do Reichsbank, o Banco Central Alemão). Outro sucesso de público e crítica. Desde que uma empresa gere empregos e pague Impostos, os governos fazem vista grossa para a orientação ideológica dos proprietários. Paranóicos garantem: o Terceiro Reich não morreu. Só fez uma plástica, mudou de nome e endereço.

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 Hatsune Mayu Chan

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

NUNCA FORMOS A LUA

            Os livros de História mentem. Os livros de ciência também. Nós nunca fomos à lua e a frase famosa de Neil Armstrong ("Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade") foi pronunciada num estúdio de TV, no deserto de Nevada.
            Essa tese foi defendida, entre outros, pelo escritor Bill Kaysing, autor de We never went to the moon (Health Research, 1997). Kaysing trabalhou para a Rocketdyne Research Department que, por sua vez, prestou serviços para o Projeto Apollo. Segundo ele, a Nasa não tinha tecnologia para colocar o homem na lua em 1969. Mas a corrida espacial com os russos obrigava os americanos a fazer isso, de uma forma ou de outra. A ApoIlo 11 foi realmente lançada, mas pousou no Pólo Sul, algumas horas depois. Os astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins foram então levados para o tal estúdio de TV secreto e encenaram a conquista da Lua, com frases de efeito, bandeiras americanas e tudo o mais. Segundo Kaysing, as imagens veiculadas pela televisão são evidentemente falsas. As principais pistas são:

1. Não há estrelas no céu. Se não existe atmosfera na Lua, as estrelas deveriam ser visíveis.

2. Não existe nenhuma cratera em cena e a Lua, como se sabe, é cheia de crateras.

3. As sombras dos astronautas no chão não são paralelas e, em alguns casos, apontam para direções opostas, como se existissem duas fontes de luz. Mas só existe uma: o Sol.

4. O módulo lunar não deixou marcas profundas no solo, embora pesasse mais de 13 quilos.

5. Uma das pedras que aparece em cena estaria marcada com a letra "C”. Talvez seja uma pista deixada pelos conspiradores.

            James Oberg, engenheiro espacial da Rockwell lnternational, que também trabalhou no Projeto Apollo, contesta todas as afirmações de Kaysing. "Toda época de exploração gera seus mitos, dos fenícios a Marco Polo", explica. "Parte da humanidade sempre nega que a jornada tenha sido realizada, fantasiando sobre criaturas fantásticas e coisas assim. O que me surpreende é que essa crença tenha tão poucos adeptos”.
            Bill Kaysing contra-argumenta afirmando que Oberg faz parte da conspiração orquestrada pela NASA para esconder a verdade.
 
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 Hatsune Mayu Chan

domingo, 1 de janeiro de 2012

NOVA ORDEM MUNDIAL

            A expressão foi usada, pelo ex-presidente americano George Bush, pai, em 1991, logo depois da queda do Muro de Berlim e do esfacelamento da União Soviética. Bush definiu esta Nova Ordem Mundial como "a união das nações para alcançar as universais aspirações humanas de paz, segurança e liberdade." Tudo isso, claro, sob o comando e a inspiração dos ESTADOS UNIDOS, a potência militar hegemônica. Em seus aspectos econômicos, a Nova Ordem Mundial se confunde com o neoliberalismo globalizado que prega a diminuição das tarifas alfandegarias, a criação de grandes blocos econômicos (União Européia, Mercosul, Alca) e uma ingerência cada vez menor do Estado na economia. A Nova Ordem Mundial implica, portanto, no enfraquecimento - ou pelo menos na redefinição – do Estado-nação.
            Entre os esotéricos, a Nova Ordem Mundial é só um nome diferente da velha Era de Aquário ou Nova Era, quando todos nós sairemos distribuindo flores e fazendo amor. Esse momento mágico de tolerância religiosa e harmonia holística também foi chamado de Aeon de Horus pela besta ALEISTER CROWLEY. Para os cristãos fundamentalistas, no entanto, essa Nova Era pagã marca o triunfo de Satanás num mundo comandado pelo Anticristo. Já os paranóicos de carteirinha vêem na Nova Ordem Mundial a concretização dos planos secretos da ILLUMINATI e da MAÇONARIA. A misteriosa organização PRIORATO DE SIÃO também é acusada de conspirar pela criação de um governo global comandado pelos descendentes de Jesus e MARIA MADALENA.
            O irônico é que talvez todas as visões da Nova Ordem Mundial sejam convergentes. Vejamos. Se a Illuminati e a maçonaria são, como afirmam seus detratores, ordens que cultuam mistérios egípcios, é possível que estejam secretamente apressando o Aeon de Horus, a aurora do neo-paganismo. E os descendentes de Cristo e Madalena podem estar metidos na encrenca. Segundo a lenda, essa dinastia, conhecida como REX DEUS, se opõe fortemente ao cristianismo organizado e, principalmente, ao VATICANO. Depois do estabelecimento do governo global com o herdeiro de Jesus como líder absoluto, seria natural que ele se empenhasse na reconstrução do Templo de Salomão, seu antepassado. Profecias medievais garantem que a reconstrução do Templo precede o Apocalipse.
Bem-vindo (a) ao fim do mundo.
 
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 Hatsune Mayu Chan