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Hi, eu sou Mayu sou uma caçadora de conspirações e conspiradores. Comecei a pesquisar sobre conspirações depois que eu vi o video do homem na Lua (eu achei ele bizarro) e depois de muita busca achei o livro Conspirações escrito por um tal de Edson Aran. Sou brasileira mas moro atualmete no Japão.
Para começar a ler este blog eu tenho um conselho tem um Gadget ao lado chamado "Conteudo", lá vai ter os assunto em ordem.
Qualquer dúvida, conselho ou opinião você tem os comentario ou enviar um e-mail para mayuhatsune@gmail.com

Espero que aproveitem o blog
Beijos
Hatsune Mayu Chan

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

SUPERIORES DESCONHECIDOS

            Os Superiores desconhecidos estão em toda parte. Jacques Bergier e Louis Pauwels (O Despertar dos Mágicos) dizem que os místicos nazi da Sociedade Tule mantinham contato com “seres intermediários entre os homens e as inteligências do exterior”, que fariam da Alemanha a nação da “super-humanidade futura, das mutações da espécie humana”. Os autores não descrevem detalhadamente esses mestres secretos, mas observam sua presença nas “místicas negras” ocidentais e orientais, “habitando debaixo da terra ou vindo de outros planetas gigantes que dormiriam sob uma carapaça de ouro nas criptas tibetanas”. Bergier-Pauwells sugerem que o próprio Adolf Hitler estava em contato com os malignos misteriosos.
            Os superiores desconhecidos também dão as caras, de relance, nos contos de horror de H. P. Lovecraft (1890-1937), em especial na série dedicada ao mito de Cthulhu, ser monstruoso que habita as profundezas do planeta: “Os Grandes e Antigos haviam desaparecido, ocultando-se sob a terra ou debaixo do mar. Mesmo mortos, porém, haviam transmitido seus segredos em sonhos ao primeiro homem, que fundou um culto que jamais teria perecido” (O Chamado de Cthulhu). A crença em mestres secretos é muito comum nas sociedades esotéricas. A besta Aleister Crowley afirmava manter contato direto com criaturas esquisitas, assim como H. P. Blavatsky, a inventora da Teosofia. A tradição parece originária do século 18 e pode ter sido inspirada nos graus de iniciação da Maçonaria. A cada grau que avança, o associado adquire mais conhecimento. Isso teria gerado a lenda de que, acima do mais alto grau, existem seres semi-divinos de grande poder e sabedoria.
            Nas teorias conspiratórias, os Superiores Desconhecidos são a explicação para tudo o que é ilógico e aparentemente sem propósito. Quando não se sabe exatamente quem está por trás de uma trama, é só atribuir a coisa aos nefandos Superiores Desconhecidos.

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 Hatsune Mayu Chan

STAR WARS


            Philip J. Corso, coronel da reserva da Força Aérea americana e membro do Conselho de Segurança Nacional na gestão do presidente Dwight Eisenhower (1953-61), publicou em 1997 um curioso livro chamado Dossiê Roswell (Educare, 1998). No livro, ele afirma que um disco voador caiu mesmo em ROSWELL, Novo México, em 1947, como acredita 101% dos ufólogos. O relato tem o formato de uma reportagem investigativa quando se refere à queda do objeto. Corso só começa a viajar na maionese quando diz, sem apresentar provas, que cinco alienígenas GREYS foram encontrados nos destroços, dois ainda com vida.
            Ele também descreve um episódio clássico na literatura de conspiração: a formalização do pacto entre os extraterrestres e o governo americano, representado pela organização Majestic 12. Corso, no entanto, justifica a cooperação com os ET’s, alegando que os greys eram abertamente hostis e possuíam tecnologia bélica superior. O pacto teria sido forjado para que os americanos ganhassem tempo e descobrissem um jeito de derrotar os baixinhos cinzentos. Ou uma espécie ainda mais perigosa, já que os greys, segundo Corso, são produto da bioengenharia, com corpos geneticamente projetados para longas viagens espaciais.
            Ele vai mais longe. Afirma, por exemplo, que produtos como o microchip, a fibra ótica e o caça-bombardeiro Stealth foram desenvolvidos graças à pesquisa de engenharia reversa no disco voador capturado. Tecnologias extraterrestres mais avançadas, como o sistema eletromagnético de propulsão e a psicotrônica (fusão entre computadores e mente humana) permanecem de uso exclusivamente militar.

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 Hatsune Mayu Chan

S.S. - A ORDEM NEGRA


            Se a Alemanha tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial, a região francesa da Borgonha seria um país independente: o Estado S.S., sobre o qual nem o Partido Nacional Socialista teria autoridade. O Estado S.S. compreenderia ainda a Picardía, Champagne, Hainaut e Luxemburgo.
            Este país, sonhava Heinrich Himmler (1900-1945), seria o berço do Novo Homem. Louis Pauwels e Jacques Bergier (O Despertar dos Mágicos) afirmam que a S.S. não era apenas uma milícia armada do Partido Nazista, mas uma Ordem Negra engajada não em trabalhos políticos ou militares, mas sim em atividades esotéricas. Organizada em forma de ordem religiosa, a S.S. se dividia, segundo os autores, em aprendizes, irmãos e mestres, com uma multiplicidade de círculos concêntricos e misteriosos. Segundo Pauwels-Bergier, tudo o que a S.S. fez desde 1934, quando foi considerada uma organização autônoma independente do Partido Nazista, foi magia negra: “Já não se trata da Alemanha eterna ou do Estado nacional-socialista, mas da preparação mágica para a vida do homem-deus, do homem-após-homem que as potências enviarão sobre a Terra”.
            De fato, Himmler, além de organizar os campos de extermínio nazistas, patrocinava pesquisas sobrenaturais e chegou a financiar uma missão para encontrar o SANTO GRAAL.

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 Hatsune Mayu Chan

SOCIEDADE TULE


            Grupo esotérico alemão criado no começo do século 20 pelo poeta Dietrich Eckardt e pelo militar Karl Haushoffer. A Sociedade Tule acreditava na existência da Ilha de Tule, uma espécie de mini-Atlântida que desaparecera no Attântico Norte. Tule, como toda civilização perdida que se preza, era avançadíssima. Parte do seu conhecimento teria sido preservado por alguns sobreviventes espalhados pelo mundo. A Sociedade Tule estava, em tese, em contato com esses "tuleanos", os SUPERIORES DESCONHECIDOS, e agia em nome deles. Seu objetivo era dominar o mundo e mantê-Io sob controle durante mil anos, quando ocorreria o segundo dilúvio e os tais Superiores Desconhecidos assumiriam o controle da Terra.
            Detalhes que deixam a história mais interessante: Eckardt e Haushoffer são dois dos sete fundadores do partido nazista. Haushoffer, general alemão especializado em geopolítica, foi quem possivelmente adotou a cruz gamada como símbolo do partido. A suástica é encontrada em várias partes do globo (na América pré-colombiana, no Japão, na Índia), mas, curiosamente, em nenhuma região de cultura semita. O símbolo provaria a existência de uma cultura pré-histórica comum, ou seja, a civilização dos reis-gigantes que precedeu a humanidade.

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 Hatsune Mayu Chan

SOCIEDADE CACOFÔNICA


            Grupo de artistas e performers que começou a atuar em Los Angeles no meio dos anos 1990 e espalhou por toda a costa oeste americana. Segundo o site oficial www.cacophony.org o objetivo da Sociedade Cacofônica é criar “ruído cultural e provocar discórdia em sistemas harmônicos”. A organização se dedica à subversão cultural, como o PROJETO LUTHER BLISSETT e a OM (Operação Mindfuck). Os cacofônicos já simularam falsos rituais satânicos e fabricaram evidências da presença alienígena na Terra, entre vários outros absurdos. Os discos voadores são uma grande preocupação da Sociedade Cacofônica, que tem um setor dedicado a forjar aparições e pousos de UFO’s.
            Não se sabe se os cacofônicos estão formalmente associados ao DISCORDIALISMO, embora partilhem com o grupo a idéia da subversão pelo caos. Sabe-se, com certeza, que a Sociedade Cacofônica é uma das organizadoras da megarave BURNING MAN, que acontece anualmente no deserto de Nevada, Estados Unidos. E também que o escritor Chuck Palahniuk, autor do polêmico romance Clube da Luta (Nova Alexandria, 2000), é membro da organização.

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 Hatsune Mayu Chan

SÍRIUS

            No noroeste do continente africano, em Mali, vive a tribo dos dogons. São 300 mil pessoas espalhadas por 700 aldeias construídas nas encostas da montanha Bandiagara. A origem desse povo é incerta. Eles provavelmente migraram da Líbia para Mali há milhares de anos, embora alguns estudiosos sustentem que eles sejam descendentes dos egípcios.
            Na década de 1930, dois antropólogos franceses, Marcel Griaule e Germain Dieterlen, resolveram pesquisar a cultura dogon e ficaram muito intrigados. A mitologia da tribo, que remontava a 3.200 a.C. afirmava que a Terra girava em torno do Sol, que Júpiter tinha quatro luas e que Saturno era cercado por anéis.
            Mas os dogons eram mesmo obcecados pela estrela Sírius, que fica há 8,6 anos-Iuz da Terra. O calendário dogon baseia-se num longo ciclo de 50 anos, e a explicação, segundo os sacerdotes da tribo, é simples. Sírius é orbitada por uma anã branca, Sírius B, cujo movimento de translação dura 50 anos.



            O curioso é que, embora os astrônomos europeus suspeitassem da existência de Sírius B desde o século 19, eles só concluíram que ela era uma estrela anã, extremamente densa e compacta, na segunda década do século 20. As lendas dogon, no entanto, contavam que Sírius B era tão pequena e tão pesada que todos os seres humanos juntos não conseguiriam carregá-Ia.
            Os dogons atribuíam seus avançados conhecimentos aos deuses nommo, extraterrestres de Sírius que teriam visitado a Terra 5 mil anos atrás e ensinado os homens a viver em sociedade. Os nommo eram seres metade homens, metade peixes, que respiravam tanto na água quanto na terra firme.
            Empolgado pela pesquisa dos franceses, o antropólogo inglês Robert K. G. Temple debruçou-se sobre o assunto e escreveu, em 1977, o livro The Sirius Mistery (Destiny Books). Temple encontrou referências aos homens-peixe espaciais na mitologia dos babilônicos (que os chamavam de oannes), acádios (que os chamavam de ea) e sumérios (enki). A conclusão do pesquisador foi que os dogons e outros povos do Oriente Médio realmente mantiveram contato com criaturas extraterrestres há 5 mil anos, quando as primeiras civilizações humanas começavam a surgir.
            Embora Temple seja um pouco mais respeitado do que outros teóricos do astronauta ancestral ele não escapou de ser ridicularizado pelo astrônomo Carl Sagan, que atribuiu o conhecimento cosmológico dos dogons a uma simples catequese cultural. Segundo Sagan, os dogons possivelmente tiveram contato com europeus que, percebendo a atração dos nativos por Sírius, resolveram incrementar as lendas locais com novíssimas informações astronômicas. Carl Sagan, só não conseguiu explicar a origem dos tabletes de argila dogons, alguns com mais de 400 anos, que retratariam Sírius B girando de forma elíptica em torno de Sírius.
            Robert Temple não foi, entretanto, o único a se envolver com Sírius. O conspirólogo Gérard De Sède chegou a afirmar em La Race Fabuleuse (Editions J'ai Lu, 1973) que os anfíbios alienígenas geraram filhos com antigos israelitas da tribo dos benjamitas. Segundo De Sede, MARIA MADALENA seria descendente desses extraterrestres, assim como os misteriosos reis merovíngios franceses.
            ALEISTER CROWLEY e outros autores esotéricos também se envolveram na trama ao afirmar que todo o conhecimento gnóstico tinha como origem os tais alienígenas de Sírius. Os anfíbios cósmicos também são associados às histórias do EXPERIMENTO FlLADÉLFIA e do PROJETO MONTAUK. Aparentemente, os seres de Sírius meteram a mão (ou a nadadeira) em tudo quanto é trama
conspiratória que existe no mundo. A confusão, porém, não deve durar muito mais tempo. Os dogons afirmam que os nommo voltarão em breve para reclamar seu controle sobre a Terra.

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 Hatsune Mayu Chan

SIRHAN SIRHAN

            Los Angeles, 5 de julho de 1968. O senador Robert Kennedy tinha vencido as primárias da Califórnia e estava prestes a se tornar o segundo Kennedy a ocupar a Casa Branca. Uma das suas promessas da campanha era reabrir as investigações sobre o assassinato do seu irmão, John Kennedy, que ele acreditava ter sido vítima de uma conspiração.
            Robert Kennedy estava hospedado no hotel Ambassador. Ao se dirigir para o salão de conferências, onde falaria com a imprensa, um imigrante palestino chamado Sirhan Bishara Sirhan parou na frente dele, apontou um revólver e atirou três vezes. Os seguranças imobilizaram rapidamente o rapaz, mas ficaram intrigados com a agressividade e a força física dele, que era magro e baixinho. Robert Kennedy não sobreviveu.
            Na autópsia, diz a lenda, descobriram que ele tinha uma estranha perfuração na nuca, como se tivesse sido baleado por trás e de perto. Surgiu a teoria, nunca comprovada, de que a missão do jovem palestino era apenas desviar a atenção do verdadeiro assassino - que continua impune. Muitos conspirólogos acreditam que Sirhan Sirhan tenha sido vítima de um experimento de CONTROLE MENTAL. Segundo testemunhas, ele parecia bastante calmo antes do crime. Até que uma misteriosa garota de vestido de bolinhas se aproximou e sussurrou algo no ouvido dele Sirhan Sirhan ficou agitado e, alguns minutos depois, atirou no senador.
            Na prisão, o psiquiatra Seymour Pollak hipnotizou o rapaz para que ele recordasse o momento do crime. Mas tudo o que ele disse foi: “a garota… a garota…”
            Na casa de Sirhan Sirhan, a polícia encontrou anotações desconexas com o símbolo da ROSA CRUZ e referências à IllUMINATI, ao lado das frases "mind control" e "R.F.K. must be assassinated” escritas várias vezes. Talvez fosse uma pista falsa. Talvez não. Um outro hipnotizador chamado Joseph Bryan Jr. chegou a afirmar na época que Sirhan Sirhan havia sido “programado” por ele, a pedido da CIA, para ser um assassino remotamente controlado. A agência desmentiu tudo. Nem precisava. Bryan Jr. era um notório picareta e ninguém o levou à sério. Mas talvez estivesse falando a verdade. Quem sabe?
            Com o assassinato de Robert Kennedy, o candidato republicano Richard Nixon, que tinha sido derrotado por John Kennedy em 1963, foi eleito presidente americano. Sirhan Sirhan está vivo e cumpre pena de prisão perpétua na Califórnia. Ele diz que não se lembra de ter matado o senador.

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 Hatsune Mayu Chan